A Família

Mães de Cardiopatas Congênitos

Uma das perguntas mais frequentes entre as mães dos cardiopatas congênitos, muitas vezes não verbalizada por medo ou crenças equivocadas, diz respeito a como a má formação congênita de seu filho (a) poderá lhe afetar.

Abaixo você terá a oportunidade de ler dois bons trabalhos que tratam desse tema, clicando nos links. Sem dúvida,, eles são reveladores e todos, mães, pais, avós, irmãos, etc., que estejam relacionados a um cardiopata congênito devem ler.

Cardiopatia Congênita e suas repercussões emocionais

Os sentimentos das mães diante do diagnóstico de cardiopatia congênita de um filho

About the author

Lou Mello

Fui pai de um cardiopata congênito por 25 anos. Meu filho mais novo, o Thomas Henrique nasceu em 11 de maio de 1988 com dupla via de saída no ventrículo direito, transposição dos grandes vasos na base, estenose da pulmonar com válvula atrésica, CIVs múltiplas e PCA aberto. Passou por três cirurgias, vários cateterismos, um monte de exames e tomou medicamentos a beça. Na primeira cirurgia construiram um Blalock, na segunda uma Emy Fontan cavo pulmonar e na última fizeram a correção total, com implante de uma válvula pulmonar humana dissecada. Após a cirurgia ficou internado na UTI por dez dias, quando faleceu, no dia 20 de abril de 2014, a 21 dias de completar 25 anos. Claro que o considero meu filho para sempre, onde quer que ele esteja, agora. Nosso trabalho com ele terminou, mas ele nos deixou a missão de apoiar os cardiopatas congênitos enquanto vivermos. Esse é o meu propósito principal de vida, enquanto viver.

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