Cardiopatias na Infância

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Anomalia da Ebstein

Coartação da Aorta (COAO

Comunicação Interauricular (CIA)

Comunicação Interventricular (CIV)

Coração Univentricular e (SHCE – HVE)

Defeito do Septo Átrio-Ventricular

Dupla Via de Saída do Ventrículo Direito

Endocardite Infecciosa

Estenose Aortica (EA)

Estenose Pulmonar (EP)

Febre Reumática

Obesidade Infantil

Persistência do Ducto Arterial (PCA)

Síndrome de Down- Cardiopatias

Sopro Inocente ou Funcional do Coração

Tetralogia de Fallot (T4F)

Transposição das Grandes Artérias (TGA)

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3 Comments

  • Tive dois filhos com cardiopatias. Busco informações a respeito das causas destas ma formações e se existem estudos sobre tratamentos que possam prevenir cardiopatias congênitas.

    As causas das cardiopatias congênitas podem ser múltiplas. A hereditariedade é uma grande possibilidade, especialmente no seu caso, mas pode não ser a única ou não ser a causa. As cardiopatias congênitas ocorrem durante a formação do sistema circulatório e/ou respiratório na gestação e fatores ambientais e contextuais podem vir a ser parte das causas. Trabalhos de pesquisa com genoma recentes indicam que muitas doenças congênitas, inclusive algumas cardiopatias podem ser previstas com testes genéticos antes da gravidez. No Brasil, não é muito fácil realizá-los e o custo é alto. Consulte o serviço de saúde que atende seus filhos para mais informações a respeito, inclusive porque eles precisarão conviver com isso. Há dados concretos que indicam maior incidência quando os pais são portadores de cardiopatias. Obrigado pela pergunta.

  • Minha bebê vai precisar operar da cia de 9,6 mm que ela tem. Gostaria de saber se depois que ela fizer a cirurgia ela vai estar curada. Tem chances de reaparecer o problema ? Quem tem cia tem alguma restrição? Ela vai continuar tomando os remédios ? Qual o tempo de pós operatório pra ir pra escola ? Desculpa as perguntas ( sou mãe de primeira viagem ) desde já , obrigado .

    • Maeve
      Obrigado por nos escrever.
      Certamente, o esperado para sua bebê é que ela fique completamente boa. Pergunte ao cardiologista clínico que está cuidando dela, qual o nível (%) de risco dessa cirurgia. Cuide de garantir seu direito de ficar ao lado dela, inclusive na UTI. Solicite internação (na UTI) em isolamento. Indague sobre o médico intensivista e anote o nome e CRM dele. Cheque o nível de infecção no hospital e locais de cirurgia e recuperação. Certifique-se de estar sendo monitorada em tempo integral por um cardiologista clínico, sobretudo, quando precisar conversar com o cirurgião.
      De nossa parte, estaremos orando por vocês para que Deus as abençoe sempre e abundantemente. Conte conosco quanto a mais informações de gente que já viveu essa realidade ou ainda está vivendo.
      Um enorme abraço para vocês
      Lou Mello

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