A volta do Projeto Corações Valentes à plataforma de uma Rede Social

 

Caros amigos dos nossos Corações Valentes

Começamos o Projeto Corações Valentes em um blog. Tempos depois, através de um amigo (Augusto de Franco, que criou a Escola de Redes na plataforma Ning), conheci a plataforma Ning, concebida para Redes Sociais. Mantivemos lá por uns dois anos, mas fomos obrigados a voltar ao blog porque não conseguimos manter o pagamento da taxa de uso da plataforma.

Agora, quando vários furacões passaram, estou desejando voltar à plataforma Ning que possibilita uma serie de ferramentas de comunicação  e interação entre os participantes.

Nossa proposta, desde o início, sempre foi criar ambiente para que as pessoas ligadas às cardiopatias congênitas possam conversar, trocar experiências, ajudar uns aos outros.

Claro que podemos ajudar com os médicos, laboratórios, exames, medicamentos e hospitais, afinal, somos experts nesses temas. Mas estamos do outro lado, nossa visão é diferente das deles. E tudo isso ajudará se pudermos trocar ideias.

Uma plataforma de mídia social terá o poder de nos aproximar e encurtar as distâncias, entre outras possibilidades.

Para começar, necessitamos de um valor igual a cem dólares, para pagar um resíduo que temos com a Ning e pagar a primeira parcela. A Ning é uma empresa estrangeira, embora tenha alguma representação, aqui. Assim que  tivermos, faremos a transição e espero isso para breve.

Com isso, já poderemos mudar para lá, sem prejuízo algum e com essas grandes vantagens.

Se você crê em Deus, ore junto conosco nesse empreendimento em favor dos cardiopatas congênitos e seus parentes e amigos.

Muito obrigado

Lou Mello

Author: Lou Mello

Fui pai de um cardiopata congênito por 25 anos. Meu filho mais novo, o Thomas Henrique nasceu em 11 de maio de 1988 com dupla via de saída no ventrículo direito, transposição dos grandes vasos na base, estenose da pulmonar com válvula atrésica, CIVs múltiplas e PCA aberto. Passou por três cirurgias, vários cateterismos, um monte de exames e tomou medicamentos a beça. Na primeira cirurgia construiram um Blalock, na segunda uma Emy Fontan cavo pulmonar e na última fizeram a correção total, com implante de uma válvula pulmonar humana dissecada. Após a cirurgia ficou internado na UTI por dez dias, quando faleceu, no dia 20 de abril de 2014, a 21 dias de completar 25 anos. Claro que o considero meu filho para sempre, onde quer que ele esteja, agora. Nosso trabalho com ele terminou, mas ele nos deixou a missão de apoiar os cardiopatas congênitos enquanto vivermos. Esse é o meu propósito principal de vida, enquanto viver.

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